Arquivo da tag: Compras

Los Andes: quase um “centro de outlets” no Panamá

Foto: Centro los Andes (copyright Los Andes Mall)

Na Cidade do Panamá (ainda) não existe um centro de outlets como se encontra em NY, Miami ou Orlando, no entanto já está em funcionamento um novo centro comercial que tem muitas lojas de “ponta de estoque” com grandes promoções, este é o Centro Comercial Los Andes.

O centro Los Andes está localizado no bairro Los Andes, município de San Miguelito (parte da área metropolitana da Cidade do Panamá) e sempre existiu como uma área comercial, no entanto antes era uma área bastante popular, com lojas a céu aberto.

Hoje o centro se modernizou bastante gracas à chegada do metro que para bem na sua porta (melhores instalações, ar condicionado, etc)! Então, mesmo você estando hospedado na Cidade do Panamá, pode pegar o metro e em menos de 40 minutos desfrutar de umas compras a preços bem em conta…

1) Como chegar:

De metro: melhor, mais rápido e mais barato meio de transporte até Los Andes, basta pegar o metro em qualquer estacão e descer na parada “Los Andes”. O shopping fica atravessando a rua pela passarela. Se você não sabe usar o metro do Panamá, este post aqui te dá todo o serviço…

De taxi: seguramente vão te cobrar uns USD 20,00 pela corrida, e deve demorar tranquilo 1 hora pelo tráfego pesado.

2) Lojas:

Em los Andes tem de tudo: lojas de eletrônicos, de celulares, de materiais esportivos, outlet da Tommy Hilfiger, outlets multimarcas, lojas de calcados e restaurantes.

3) Cuidados Especiais:

Esta região é um local onde vivem pessoas de mais baixa renda, normalmente que ganham seu suado dinheiro e vão com esse dinheiro vivo gastar, portanto, há potencial para atrair a bandidagem, principalmente batedores de carteira. Tenha precaução normal, como se você estive no Brasil, não ostente coisas caras (joias, celulares, etc) e tente manter o “low profile”. Evite contar dinheiro na frente dos outros e fique de olho no seu cartão de crédito para evitar clonagem. A viagem de metro é muito segura, há segurança particular e policiais por todos os lados, incluso na saída/passarela para chegar em los Andes.

“De compras” no Panamá: Metromall, Los Pueblos, Via España e El Dorado

Hoje vou tirar o atraso da semana passada, na qual não pude postar, e vou comentar sobre 4 centros comerciais em um único post para facilitar sua nada mole vida de turista-comprador (ou comprador-turista).

Acho que isso também vem a calhar, pois os centros comerciais a seguir são normalmente os menos procurados pelos turistas. Tudo bem, se você tem somente um dia disponível para compras na Cidade do Panamá, no Albrook Mall você vai poder concentrar seus esforços devido à sua variedade, encontrando praticamente as mesmas lojas que existem nestes outros centros comerciais (exceto as de luxo do Multiplaza).

Fora isso, se você tiver mais tempo, talvez valha a pena visitar estes locais para ver promoções especiais. Então, mãos à obra…

1) Metromall

Fachada, Metromall. Foto por TripAdvisor
Fachada, Metromall. Foto por TripAdvisor

O Metromall é um shopping do grupo Roble, o mesmo que construiu e mantém o Multiplaza, no entanto, as semelhanças se limitam à arquitetura, uma vez que o shopping está localizado na cidade de Juan Diaz (região metropolitana da Cidade do Panamá), que possui uma população de menor poder aquisitivo, o que se traduz no perfil das lojas do shopping: um shopping com “cara” de Multiplaza, mas com lojas tipo “Albrook”.

Não espere encontrar aqui super luxo como Hermés, Versace ou Carolina Herrera. Mas você vai ser feliz se quiser comprar eletrônicos (Panafoto, Multimax, Audio Foto, Mac Store, Hometek); lojas de departamento (Stevens, Machetazo, El Costo, Titan); perfumaria (La Riviera); e roupas (Tommy Hilfiger, Calvin Klein, etc). Recomendo conhecer o diretório virtual do shopping para se programar no site oficial.

Metromall, interior, por PanamaGuide.com
Metromall, interior, por PanamaGuide.com

Este shopping é uma super “mão na roda” para quem vai passar uma conexão longa no Panamá, pois ele fica à coisa de 7km de distancia (e oferece shuttle grátis aeroporto-mall-aeroporto). Mas cuidado com trânsito (muito pesado). Na minha opinião, conexão com menos de 6 horas não vale a pena por causa do trânsito e dos procedimentos de saída da imigração e reentrada no aeroporto (melhor ficar no free shop do aeroporto).

Se você vai passar uma única noite no Panamá e pretende aproveitar para fazer compras e quer ficar perto do aeroporto, você pode fazer uso do Hotel Marriot Courtyard Metromall, anexado ao shopping.

Definitivamente, se você estiver hospedado na Cidade do Panamá, não perca tempo indo à este shopping. Limite-se aos que estão na Cidade. Por fim, programe-se para as horas que o shopping funciona (de 10 às 19h) e faca seu cartão de turista no quiosque oficial para ter de 10 a 15% de desconto nas lojas conveniadas.

2) Centro Comercial Los Pueblos

O Centro Comercial Los Pueblos é uma grande quadra comercial, quase um bairro, de 22 hectares com lojas a céu aberto e que está justo em frente ao Metromall. É o mais próximo à um centro de outlets que você vai achar no Panamá.

Mapa de Los Pueblos. A direita se vai para Tocumen. A esquerda, para a Cidade do Panamá.
Mapa de Los Pueblos. A direita se vai para Tocumen. A esquerda, para a Cidade do Panamá.

No entanto, esqueça essa figura de outlets com lojas imitando casas coloniais, praças arborizadas e banheiros gratuitos que você está acostumado em Miami ou Nova Iorque: Los Pueblos é um centro comercial de baixa renda, meio caótico, fincado nos trópicos onde faz muito, mas muito calor!

Se você estiver de carro, facilita para se locomover de uma área a outra. Se não, pode ser meio complicado andar muito à pé se o dia estiver muito quente. Sem contar que as opções para comer não são muito variadas, como em um shopping, e os banheiros públicos podem estar longe, te obrigando a pedir o favor de usar algum banheiro de alguma loja.

los ueblos2los pueblos1

Também não espere encontrar a variedade de lojas e roupas que existem em um outlet center nos EUA. Lá, nos EUA, normalmente, os outlets são uma ótima opção para desaguar mercadorias de coleções passadas, ou com algum micro defeito de produção (como etiqueta manchada ou costurada em lugar errado). Aqui no Panamá os outlets são somente para peças de coleções antigas e/ou números muito grande/pequenos.

Aqui você encontra os outlets da: Adidas, Sportline (multimarcas esportivas), Lojas de tênis (marcas variadas), Panafoto e Felix B. Maduro (multimarcas), além da Rebajamodas (multimarcas), entre outros.

É bom se você adora um outlet e já está no Metromall, bastando atravessar a avenida. É uma fria se você está na cidade e quer ir a Los Pueblos, pois o transito deve te roubar fácil de 1 a 2 horas de locomoção (só um trecho).

3) Super Centro El Dorado

O El Dorado fica dentro da Cidade do Panamá, no bairro  Eldorado, tradicional recanto chinês na cidade. É relativamente perto, no entanto, em comparação com os outros shoppings da cidade (Multiplaza, Albrook e Multicentro) é o que está mais longe das áreas hoteleiras.

El Dorado, Ponto A do mapa.
El Dorado, Ponto A do mapa.

Ele fica há menos de 10 minutos do Albrook Mall e agora está passando por uma reforma que o está deixando com mais cara de “mall”, pois antes nem tinha ar condicionado! Hoje já existem seções do shopping com A/C e piso de porcelanato, dando mais conforto para o visitante, que via de regra, é quase sempre residente.

Mas aí você me pergunta: por que, então, eu iria a este shopping?

O que acontece é que aqui encontram-se grande parte das lojas dos chineses, ou seja, é um oásis para quem gosta de produtos eletrônicos, principalmente celulares e seus acessórios! Um Samsung S4, por exemplo, que na Panafoto custa USD 649,00, aqui sai por 600,00 ou menos. Mas cuidado, da mesma forma você encontra muitos celulares falsificados (os famosos “genéricos”).

No entanto também há mercadoria boa, e uma infinidade de repostos. Eu mesmo troquei aqui a tela do meu celular samsung quando quebrou, você acha também acha aqui telas de Iphone e IPAD, além de capas, baterias e cases (com bateria externa) para quase todos os celulares.

Pode ser um risco se você quer ter garantia no Brasil, pois as lojas não emitem nota-fiscal (dando 3 meses de garantia local no equipamento).

eldorado2 eldorado1

4) Via España

A Via España é a zona (moderna) de comércio de rua  tradicional da cidade. Todas as lojas daqui você também encontra no shopping, praticamente. Então é bom pesar se vale a pena ir a Via España (e encarar o sol e o calor) ou partir pra comodidade de um shopping.

via espana mapa

PS: a Via España é uma avenida muito grande que corta quase toda a Cidade do Panamá, começando ainda em Juan Díaz, há poucos km do aeroporto de Tocumen, mas cuidado, pois a parte “boa” (para o turista) da Via España é a parte mais próxima ao Centro da Cidade do Panamá, que fica entre a Via Brasil e a Iglesia del Carmen.

De diferencial, a Via España te oferece: outlet da Nike e outlet the roupas esportivas (praça da loja Collins, em frente ao Supermercado Rey); Outlet da RebajaModas (tommy hilfiger, guess e outras marcas); a Plaza Concordia (com várias lojas de celulares e acessórios); e a loja E-vision (em frente a Plaza Concordia) de equipamentos eletrônicos e fotografia a bom preço.

Além disso, aqui você encontra as lojas de departamento “chiques” da Collins e Felix B. Maduro, Poppys (para bebes e crianças), Adams (roupa masculina) e Cassinos.

Ponto positivo é a grande disponibilidade de hotéis e restaurantes ao seu redor, além de estar em fácil saída para os shoppings da cidade.

Via Espana - Panama City viaespana2 viaespana3

“De compras” no Panamá: Multicentro Mall

Hoje venho falar um pouco a vocês sobre o shopping que considero o mais injustiçado da Cidade do Panamá: o Multicentro.

Voltando uns 6 anos no passado, quem fosse ao Multicentro diria que é um shopping que tinha tudo para dar certo: posicionado bem na área mais central da Cidade, de frente pro mar, 4 andares de shopping mais 6 de estacionamento, Cidade do Panamá em contínuo crescimento…

Mas o destino deu uma guinada e o shopping foi vítima de seu principal alento: a localização e o crescimento da cidade. Acontece que há coisa de 4 anos o Governo começou a empreender um grande pleno de reordenamento viário. Extendeu a avenida costeira (Via Costera) inspirado no aterro no Flamengo, no Rio, e construiu uma via expressa pedagiada que liga o aeroporto de Tocumen à cidade. E voi là: ligaram a cinta costeira diretamente ao principal acesso ao shopping por meio de uma via elevada.

multicentroPanama

images

Como (não) era de se esperar, o fluxo de carros aumentou imensamente no local, ter duas pistas elevadas e duas ao nível do solo tornou o transito complicado e congestionado e as pessoas simplesmente deixaram de visitar o shopping. Nesse meio tempo várias lojas fecharam, dando lugar a lojas de marca de pouco prestígio e espantando mais a freguesia.

Acontece que há coisa de um ano foi inaugurado ao lado do mall o tão esperado Hard Rock Hotel, um gigante de 62 andares e super cool. E os turistas vieram, encheram o Hotel que é bastante descolado. Foi construida uma ponte climatizada que liga diretamente o Hotel ao Shopping e as coisas começaram a mudar: com a alta demanda e fluxo de pessoas querendo gastar, as lojas começaram a voltar ao Multicentro.

O shopping ainda não esta 100% ocupado, mas cada vez mais, mais lojas “boas” abrem filiais aí. E diferente do Albrook e Multiplaza, que tem um bom balanço de visitante entre turistas e residentes, o Multicentro é quase inteiramente visitado por turistas. Assim, o shopping que é de um tamanho mediano nunca fica cheio, e as lojas costumam dar bons descontos para vender.

Multicentro, vários andares para você torrar seu dinheirinho. Foto pro Anderson Alves
Multicentro, vários andares para você torrar seu dinheirinho. Foto pro Anderson Alves

Lá você encontra: Tommy Hilfiger, Hilfiger Denim, Guess, Calvin Klein, Diesel, Anthony Morato, Kenneth Cole, Puma, Loja da Nike, Hugo Boss, Dockers, Ambercombrie, e lojas de departamento esportivas, entre outras. Tem joalherias (incluso Pandora), lojas de celulares (para seu Iphone), Audio Foto. Também tem Conway, Alliss e La Onda (grandes lojas de departamento) e um supermercado kosher no subsolo para comprar chocolates e bebidas a um super preço! Além disso, atravessando a Av. Balboa, do lado de fora, tem a Farmácias Arrocha (para encontrar quase todos os acessórios para seu bebe) e a loja de utilidades da Novey (para comprar seus itens KitchenAid a um bom preço, como batedeira planetária a a coisa de 200 dólares).

De diversão e comida, ele conta com uma praça de alimentação que está sempre tranquila, muito cômoda, além de uma filial do Hard Rock café para comer as costelinhas barbecue e comprar sua camiseta. Tem um Cassino e um Cinermark onde se paga somente USD 12,00 pela sala vip (enquanto a sala normal custa USD 3,00!).

Por fim, tem dois super cômodos e confortáveis Hotéis anexados: o Hard Rock Hotel e o Radisson Decapolis.

Então, só resta de desejar: boas compras!

PS: obrigado à minha esposa pela consultoria em compras 🙂

“De compras” no Panamá: Albrook Mall

Albrook Mall, uma pequena parte dele. Por Anderson Alves
Albrook Mall, todo colorido, uma pequena parte dele. Por Anderson Alves

Bem, vou começar este post específico de compras falando do “Mall” que é considerado por muitos o principal da Cidade do Panamá: o Albrook Mall. Se você não se lembra bem as dicas gerais de compras no Panamá, acesse este post para tirar as dúvidas e lembrar algumas dicas e comportamentos comuns.

Se você se lembra das dicas, aperte seus cintos e embarquemos para o Albrook Mall!

“Todos os caminhos levam ao Albrook”. Não seria exagero dizer isso, uma vez que o Albrook Mall está estrategicamente posicionado junto à saída Oeste da capital (rumo as províncias do interior, sentido Costa Rica), há 5km da Eclusa Miraflores (Canal) e entre  aeroporto nacional de Albrook e (conectado ao) terminal rodoviário da cidade. Além disso, o metrô da capital – que será inaugurado em 2014 – terá sua última estação parando quase ao lado do Albrook. Então não há desculpa para não ir ao Albrook Mall.

Ainda, eu pessoalmente considero o Albrook o shopping “mais democrático” da cidade, há de todos os tipos de loja para todos os tipos de público. Seções do shopping com piso de cerâmica e seções com piso de mármore. estacionamento público gratuito e estacionamento privado coberto com valet parking. Acesso direto ao terminal rodoviário e acesso direto a um Hotel 4 estrelas. E assim todas as classes sociais e nacionalidades convivem bem aí. Um exemplo de igualdade de fazer inveja aos socialistas…

Albrook Mall, foto aérea, Google Maps
Albrook Mall, foto aérea, Google Maps

Salvo engano, são quase 2 quilômetros de shopping. O shopping é basicamente uma linha reta, com dois andares e várias entradas que recebem nomes de animais, mas que não tem lógica nenhuma na sua distribuição (da entrada da Girafa, vai-se a do hipopótamo e a do Koala fica na outra ponta…). Assim, sempre me perco, nunca sei se a ordem do “zoológico” é alfabética, por espécie ou por tamanho. E acho que nunca vou descobrir, o importante é que mais ou menos memorizei os pontos de referencia.

Uma coisa muito interessante, e que você nunca irá ver no Brasil (com seu conceito mais ou menos “elitista” de shopping) é ter duas ou três lojas da mesma marca no mesmo shopping: e isso acontece no Albrook por uma simples razão: o tamanho do shopping. Você está lá, andando no shopping e passa por uma loja da Multimax, por exemplo, aí chega no outro extremo do shopping tem outra loja da Multimax. E realmente confesso que isso ajuda bastante pois, ao pesquisar preços, é muito mais cômodo parar na próxima filial da mesma loja do que ir e voltar nesse shopping imenso!

Outro ponto a se avaliar é a estratégia de ataque às compras. Isso mesmo: recomendo muito traçar uma estratégia de compras pois o shopping é tão grande e são tantas lojas que você pode se perder, se cansar facilmente indo e voltando ou acabar perdendo bons negócios. Minha mãe, por exemplo, numa visita de 3 semanas passou 3 dias completos no Albrook: 1 dia para conhecer e filtrar as lojas do andar térreo. Outro dia só pras lojas do primeiro andar. E no terceiro dia fazer as compras nas lojas que mais chamou atenção. Ainda, se você quiser esmiuçar uma das imensas lojas de departamento, pode colocar mais um dia tranquilo!

Albrook Mall, setor "Classe C", mas com lojas de grife, por assim dizer. Foto por Anderson Alves
Albrook Mall, setor “Classe C”, mas com lojas de grife, por assim dizer. Foto por Anderson Alves
Albrook Mall, setor "chique", entrada do Koala (com piso de mármore). Foto por Anderson Alves
Albrook Mall, setor “chique”, entrada do Koala (com piso de mármore). Foto por Anderson Alves

Então vamos ao resumo do serviço:

  • Conheça o mapa do shopping e as lojas antes de ir ao shopping: acesse o site do Albrook Mall e veja o mapa das lojas para se organizar.
  • As seções do Canguru (K), Koala (K), Pinguim (P) e Panda (P) são as mais calmas e é onde tem as lojas de grife mais caras, como Tommy Hilfiger, Kenneth Cole, GAP, Banana Republik e as lojas de departamento Felix Maduro e Stevens (que vendem Ralph Lauren, Michael Kors, roupas e perfumas e bolsas, entre outros), Loja da Nike e da Apple, por exemplo.
  • As demais seções do shopping são as que tem acesso direto ao Terminal Rodoviário, por isso o poder aquisitivo do público que se concentra ali é mais baixo, assim as lojas são mais populares, mas claro também se encontra lojas de marca, como Zara, Hilfiger Denim, Adidas… Além das grande lojas de departamento Conway, El Costo e Madison que vendem até produtos falsificados!
  • No geral, os banheiros são pagos. Paga-se USD 0,25 para usar, por pessoa, e a catraca só aceita moedas de 25 centavos (traga trocado). As praças de alimentação do Carrossel (central) e do Cinemark (extremo sul) tem banheiros gratuitos. Mas a rotatividade é tão grande que é impossível manter o banheiro limpo e com bom cheiro, e acredite em mim: você vai sentir prazer em pagar 25 centavos pra usar um banheiro decente!
  • O Shopping tem 5 praças de alimentação. Mas a mais completa e também menos visitada é a que fica perto da Entrada do Koala. Ah, aí os banheiros são pagos!
  • O shopping é repleto de bancos e caixas eletrônicos, então você não vai passar apuros.
  • Infelizmente algumas lojas (como Tommy e outras) tem menor diversidade produtos (justamente pelo perfil do público que visita o shopping). Normalmente outros shoppings tem mais variedade, mas são mais caros também.
  • Nem por isso, o Albrook é um “shopping outlet”. Pelo contrário, só existem uma loja de outlet ai que se chama “Taxi” (ao lado da Victoria Secrets) para quem quer comprar Tommy Hilfiger e Guess principalmente.
  • Se você procura luxo e mais luxo (Valentino, Jimmy Choo, Oakley, Hermés e todas essas marcas caras pra caramba) seu shopping é o Multiplaza, e ponto! PS: mesmo sendo marcas “elitizadas”, digamos assim, seus preços no Panamá ainda são bem mais baratos que no Brasil.
  • Pra facilitar a vida dos compradores, acaba de ser inaugurado, anexo ao Albrook, o Hotel Tryp Albrook Mall.
  • Vale atenção especial: comprar bebidas  o Supermercado Super 99 (no extremo sul, ao lado do Cinemark, pois é mais barato que Duty Free, mesmo com imposto…) e para charutos cubanos, use as lojas em frente a Zara (a um preço super barato).
  • Para comer, nada melhor que a franquia colombiana “Crepes & Wafles” ou um bom assado no “Leños & Carbón”.
  • Produtos Apple, por incrível que pareça, costumam ser mais baratos na Multimax, e não na Loja da Apple!
  • O shopping fica aberto das 10:00 as 19:00h somente, então programe-se!

Boas compras!

PS: um obrigado especial pela valiosa ajuda da minha esposa, Diana, nessa tão difícil arte de categorizar as compras para post!

Crepe Toscano, na Crepes & Waffles, Albrook Mall, em frente ao Cinemark. Por Anderson Alves
Crepe Toscano, na Crepes & Waffles, Albrook Mall, em frente ao Cinemark. Por Anderson Alves

“De compras” no Panamá: enxoval para seu bebe

Hoje lhes deixo com um super post de uma amiga, que também mora no Panamá, é mãe e pode falar com muito mais propriedade do que eu sobre o assunto, para quem precisar fazer seu enxoval fugindo dos preços extorsivos do Brasil!

Não deixem de visitar: http://itmae.uol.com.br/programas/viagens/panama-enxoval-barato

A aventura de se pegar taxi no Panamá.

Imagem

A América Latina, em grande parte, é uma diversão na hora de se pegar táxi (por assim dizer): em Lima, Peru, se deve negociar a tarifa; em Bogotá, Colômbia, fazer um calculo mirabolante para converter o fator do taxímetro em pesos; em Buenos Aires, Argentina, há de se identificar notas pra evitar te passarem notas falsas de troco… Agora, junte isso tudo, adicione uma pitada de transito caótico e um pouco de loucura e você obterá um taxista Panamenho!

Entender como funciona sistema de táxis da Cidade do Panamá, para um “gringo” (ou Brasileiro – onde os táxis funcionam de maneira ordenada, com taxímetro), é um desafio ao bom senso. E eu, morando aqui há quase dois anos, queria tentar ajudar os visitantes desta aventura.

Tenho que admitir que evito tomar táxi a qualquer custo. Para um residente, ter carro na Cidade do Panamá não é questão de luxo, mas item de necessidade básica. Só que, de vez em quando, a necessidade bate à porta, então a gente tem que se municiar de “jogo de cintura”, esvaziar o saco da paciência, tomar fôlego e ir pra rua…

Imagem

1)      A primeira regra universal dos táxis no Panamá é que o táxi não funciona como táxi, literalmente, mas sim como um ônibus ou outro transporte público de massa: leva um monte de passageiros de uma vez. Portanto se desnude de qualquer sentimento de possessão ou egoísmo, pois muito provavelmente seu táxi não vai ser exclusivo seu e você vai ter que dividi-lo com outros passageiros que o taxista vai pegando no meio do caminho. Isso é perfeitamente normal e aceito pelo Governo.

         Risco: Nem preciso dizer que isso aumente o risco de roubo, principalmente para mulheres sozinhas e em corridas noturnas.

         Oportunidade: conhecer pessoas e outros turistas legais durante o caminho!

2)      A segunda regra é que você não define a sua rota e nem escolhe seu táxi: o taxista é quem escolhe o passageiro e define a rota que ele quer fazer até o destino final. Então também é perfeitamente normal você querer ir do ponto A ao C, mas a rota do taxista ir somente até o ponto B, e, nesse caso, ele vai te rejeitar como cliente. Ou, ele pode até aceitar ir ao ponto C, mas antes ele pode querer passar pelos pontos D e E pra aumentar a chance de ter mais clientes e ganhar mais.

          Risco: o tempo de a sua viagem aumentar, diminuindo seu tempo de turismo/compras. Passar muito tempo debaixo do sol procurando táxi.

           Oportunidade: fazer um pequeno “city tour” pelo preço de uma corrida normal.

3)      A terceira regra é sempre negociar o preço! Não existe taxímetro no Panamá, teoricamente eles rodam com base numa tarifa fixa, por pessoa, definida pela Autoridade de Transito (ATT&T) que tem diferença de preço se o táxi roda dentro de uma determinada zona ou se faz ligação entre diferentes zonas. Mas eu confesso que nunca entendi essa tabela, são hieróglifos que não consigo decifrar (e milagrosamente os Panamenhos sabem o preço, pois eles não o negociam: falam onde querem ir, entram no táxi, pagam e descem). Se você vir alguém negociando preço com certeza será um estrangeiro que, como eu não entendo bulhufas da tabela de preços.

4)      Taxista, teu nome é tensão: Fique sempre de olho, taxista no volante é perigo constante! Literalmente eles acham que a rua lhes pertence: param em fila dupla, fazem conversão proibida, andam pelo acostamento… Tá certo que passar o dia neste transito caótico acaba com a paciência de qualquer um, mas tem muito taxista que simplesmente ri na cara do Código de Transito: sabe aquelas regras que existem pra ordenar o tráfego? Pois bem, eles fazem exatamente tudo ao contrário. Por isso o risco de se envolver em um acidente durante uma corrida de táxi é alto, use sempre cinto de segurança e cuidado quando for descer do carro!

5) Ser taxista é saber se virar. No meio da tua corrida o taxista pode parar pra abastecer, pode entrar no drive thru do Mcdonalds pra pedir um lanche, pode fazer um pit stop da loja de conveniência pra trocar o dinheiro pra trocar notas altas. Então, como diria a Marta Suplicy: “relaxa e goza”.

ImagemFoto por charlesharker.blogspot.com

DICAS PARA TURISTAS:

  •  Evite pegar táxi de rua à noite estando sozinho;
  •  Verifique se o táxi não é falso: táxis usam placa laranja na traseira, são sempre amarelos com faixa quadriculada na porta e devem ter o numero para placa gravada na porta;
  •  Ao pegar um táxi, anote sempre o número da placa do carro, se algo acontecer, você tem como fazer um BO (no pior dos casos);
  •  Sempre negocia o preço antes de entrar no carro. Aceite que os taxistas sempre vão cobrar mais caro de turistas, mas, mesmo assim, táxi aqui é muito barato (entre USD 2 a 5 dólares por pessoa, dependendo da distancia).
  •  Diga que você quer o táxi exclusivamente pra você, pague um pouco mais se preciso: sua segurança não tem preço!
  •  Se você estiver de grupo, melhor, pois não há risco de dividir táxi com desconhecidos, assim negocie uma tarifa completa para todos, e não por pessoa.
  •  Escolha bem o táxi. Busque táxis mais novos e, já que você vai pagar mesmo, exija o ar condicionado ligado!
  •  O táxi do aeroporto, na verdade, é uma van, e não um carro. Assim você pode escolher ter a van privativa pra você, ou dividir a Van com outros passageiros do aeroporto. Em Julho/2013, o preço individual do aeroporto as áreas dos Hotéis ficava em cerca de USD 30,00. Se dividir o preço pode cair até USD 17,00 por pessoa. Assim, talvez valha a pena reservar um shuttle com alguma agencia de viagens. Pesquise sempre!
  •  Em alguns lugares turísticos, pela distancia, você pode encontrar certa dificuldade para pegar um táxi de volta pro seu Hotel, eles são: Eclusa de Miraflores (canal); Calcada do Amador e Ruínas do Panamá Viejo. Assim pode ser melhor você pedir que o taxista te espere.
  •  A maioria dos táxis aqui são velhos e mal cuidados. Quase todos já bateram, por isso seja criterioso na escolha do seu táxi.
  •  tenha sempre notas pequenas (USD 1, 5 ou 10 dólares) pra facilitar o troco!
  •  Se ao invés de usar o táxi, você preferir ônibus coletivo, tudo bem! Mas tenha em mente que os ônibus não aceitam dinheiro, somente cartão recarregável vendido normalmente nos mercados e drogarias.

No final, sorria sempre! Um sorriso e um “buenos dias” sempre quebram o gelo! Vá com calma pois tudo que eles fizerem é coisa normal aqui, e não que eles vão estar de marcação com você. Por fim, ser Brasileiro ajuda: os taxistas adoram o Brasil!

ImagemFoto por panamarta.blogspot.com

“De compras” no Panamá: um guia geral…

http://saintroseudelasspring2011.files.wordpress.com/2011/06/albrook.jpg

Como os nativos dizem “de compras”, e, de verdade, o Panamá é mesmo um “hub” para compradores de toda a América Latina que não querem encarar uma viagem mais longa (ou não tem Visto) para os EUA.

“No Panamá nada se cria, tudo se importa”, des-parafraseando Lavoisier, é inegável a vocação do Panamá para a importação. Também pudera: um país relativamente pequeno, com uma população de 3,5 milhões de habitantes exprimido entre 2 oceanos e tendo que competir com gigantes industrializados como EUA, Brasil e México…

Mas o Panamá está sabendo aproveitar sua posição estratégica, virou um grande entreposto comercial para várias empresas que o usam como ponto de (re)exportação ou distribuição de produtos para toda a América Latina. Por isso mesmo, importar produtos no Panamá é muito simples e relativamente desburocratizado, caso contrário o país não sobreviveria, pois depende de caso tudo que vem que outros países: tirando algumas commodities de agricultura básica, todo o resto precisa ser importado.

Outro grande ponto positivo são as alíquotas de impostos, o que facilita bastante a vida:

  • Alimentos são isentos (0%);
  • demais itens e serviços se paga 7% de imposto (menos imposto que a gorjeta do restaurante!);
  • bebidas alcoólicas pagam 10%; e
  • cigarros e charutos, 15%.

Por isso fazer compras no Panamá não é exclusividade de Brasileiro. Conheço pessoas de várias nacionalidades latinas que, aproveitando uma conexão aqui no Panamá (PTY para simplificar), passam o dia “de compras” no Albrook Mall.

https://i1.wp.com/panamacity.travel/wp-content/uploads/2013/08/MultiplazaPacificPanama-1.jpg

Foto cortesia Multiplaza

Assim, esse é o primeiro de alguns posts que devo fazer sobre compras no PTY. Espero poder ajudar os turistas nessa nada mole vida de comprar, comprar e comprar. Por isso começo com umas dicas gerais sobre a arte da compra no PTY:

  •  O comércio é a vocação país. Existem milhares de lojas em todos os lugares pra onde se olha e isso resulta numa coisa impensável pros shoppings brasileiros: ter a mesma loja em diferentes alas do mesmo shopping!
  •  O shopping no Panamá é democrático. Lógico que existem shoppings mais bonitos, com piso de granito, enquanto outros tem piso de cerâmica. Mas são frequentados pelo mesmo tipo de gente, e os aceitam numa boa.
  •  Apesar de ser banhada pelo Oceano Pacífico para a Cidade do Panamá “shopping é praia” – tal qual em São Paulo para os Paulistanos. Sábado e domingo são os dias oficiais de visita familiar ao shopping. É como luta livre achar uma mesa na praça de alimentação na maioria dos shoppings entre 12 e 14h nestes dias.
  •  No Panamá os salários não são pagos mensalmente, mas sim quinzenalmente. Portanto perto do dia 15 e do dia 30 de cada mês as ruas ficam intransitáveis, quilômetros de congestionamento pois todo mundo vai pro shopping ou pras lojas de ruas gastar seu salário (ou pagar as contas). Acho que nem o Dalai Lama teria paciência de ir ao supermercado no dia 15 ou 16 pra comprar um chá.
  •  Da mesma forma, o 13º salário é pago em 3 parcelas, ao longo do ano… Nem preciso dizer o que acontece nessas ocasiões. Assim, aproveitando o pagamento do 13º, as Lojas e shopping usualmente fazem 4 “grandes promoções” durante o ano. Por isso, se você pensa em vir ao Panamá pra fazer compras, os períodos abaixo são os melhores pra pegar as promoções: (as datas exatas podem sofrer alterações)
  1. Entre 15 de marco e 15 de abril.
  2. Entre 15 de julho e 15 de agosto.
  3. Entre 15 de novembro e o Natal.
  4. E logo após a virada do ano .
  •  Como o PTY não produz quase nada, só importa, aqui quase não existem outlets como existem em Miami ou Nova Iorque. Por isso aqui sempre se encontra peças de coleção atual. Os poucos outlets que existem normalmente vendem mercadorias encalhadas e geralmente em tamanhos não muito comerciais.
  •  Ainda em comparação com os EUA, principalmente Miami, aqui os preços são ligeiramente mais altos, entre 15% (eletrônicos) até 25% (roupas) de diferença. Mas também isso não é regra, pois você pode encontrar também produtos com o mesmo preço. O que não se pode comparar é preços de outlet. Outlet nos EUA é imbatível.
  •  Código de barras (e leitor de código de barras) aqui é lenda urbana. Sim, ele existe e você pode vê-lo na etiqueta, ma ele não te quase nenhuma utilidade (fora no supermercado) pois em todas as lojas os/as caixas precisam digitar o código ou o preço manualmente pra registrar a venda. Por isso sempre verifique se estão digitando o produto/preço certo!
  •  Cartão com chip e senha aqui estão chegando somente agora. 90% das lojas e restaurantes usam máquina que lê somente a banda magnética do cartão. Até hoje somente vi uma loja com maquina sem fio. Por isso, principalmente nos restaurantes, se for pagar com cartão de credito fique de olho nele, de preferência, acompanhe até o caixa para evitar clonagem.
  •  Normalmente o VTM (Visa Travel Money) é bem aceito aqui. Você só não vai conseguir usar ele nas lojas de produtos esportivos, pois o sistema deles é automatizado: só libera o pagamentos e informar o nome do dono do cartão. Como VTM não trás o nome do cartão, aí não tem negócio.
  •  Não existe venda parcelada no Panamá. Tudo é pago a vista. Por isso se você pedir para pagar “em cuotas” vai ser via financiamento do rotativo no cartão com o juros abusivo que você conhece bem ai no Brasil.
  •  Como há produtos de todo mundo aqui, conheça a numeração equivalente ao seu tamanho do Brasil (P-M-G) aos números dos EUA e Europa (32-34-36 etc.), principalmente para os tênis, isso vai facilitar muito sua vida.
  •  Os shoppings aqui funcionam de 10 as 19h (algumas lojas ate as 20h) de segunda a sábado. E aos domingos de 10h as 18/19h). Só se fica aberta até as 22/23h no Natal devido a quantidade de pessoas no shopping.
  • Evite as duas primeiras semanas de setembro, pois há feriados judeus e a grande maioria das lojas vai estar fechada em respeito a estes feriados.

 

Escolhendo como ir as compras em Conexão 

  • Em uma conexão de 6 horas ou menos (líquidas), melhor fazer compras no Duty Free do aeroporto. PS: em dias de semana, estenda este horário para até 10 horas líquidas (ou seja, diminuindo-se os tempos de saída da imigração, transporte de ida e volta e re-entrada no aeroporto
  • Em uma conexão de mais de 6 horas (líquidas), vale a pena sair do aeroporto e ir fazer compras na Cidade. Mas ATENÇÃO: se sua conexão for durante um dia de semana, pense bem e considere ficar um dia na Cidade, pois o transito é caótico e mesmo com 10 horas de tempo, isso pode não ser suficiente.
  • Conheça os shoppings da Cidade do Panamá antes de decidir onde comprar, nos seguintes posts:
  1. Metromall (incluindo Los Pueblos) – melhor opção caso tenha conexão curta.
  2. Albrook Mall
  3. Multicentro
  4. Multiplaza

https://i2.wp.com/www.informativoli.com.br/home/tivolitur/public_html/portalnoticias/wp-content/uploads/2011/12/shopping-multicentro-panama.jpg

Por fim, muitos brasileiros se frustram vindo ao Panamá porque não conseguem aproveitar ao máximo as oportunidades que aqui existem. Não estou dizendo que é o melhor lugar no mundo e que via de regra você vai ter uma viagem sempre agradável e a melhor experiência de tudo…

Pelo contrário, em geral o jeito de ser do Panamenho pode parecer meio grosso pra gente, principalmente no setor de serviços (especificamente os garçons). Mas a coisa pode se complicar muito pro falta de conhecimento do idioma espanhol e principalmente por causa de expressões idiomáticas que podem causar muita confusão…

Um exemplo, outro dia estava numa loja e tinha uma brasileira querendo ajuda da vendedora, e a brasileira insistia em chamá-la de “moça”, mas a moça não se dava conta que era com ela e simplesmente não atendeu a brasileira… O que acontece é que “moço” em espanhol é “mozo” que em alguns países se usa pra chamar o garçom muito coloquialmente e em outros países pode ter conotação sexual (prostituta ou gigolô). Por isso a brasileira saiu com raiva da loja, mas na verdade tudo era nada mais que um equívoco. Por isso abaixo vão algumas dicas pra facilitar sua vida enquanto no PTY:

  •  A palavra “shopping” que usamos no Brasil para falar do local, aqui é a ação (verbo) de comprar;
  •  Shopping (o local onde se faz a compra) se diz “Mall” ou “Centro Comercial”.
  •  Não chame a vendedora ou o garçom de “moço”, mas sim de “jovem”.
  •  Também não os chame de “chico” como os Argentinos ou Uruguaios falam, pois pega mal.
  •  Aliás, “jovem” é a maneira educada de chamar qualquer pessoa que você não conheça, tendo esta pessoa 20 ou 50 anos. “Senhor/Senhora” é usado para pessoas idosas.
  •  Em espanhol a palavra “propina” significa “gorjeta”. Por isso não se assuste se o garçom ou o motorista te pedirem “la propina”.
  •  Se quer pagar em cartão, diga “tarjeta”. Se quer pagar em dinheiro, diga “efectivo”;
  •  A senha do cartão é o “pin” (caso necessite pagar em débito); e
  • Em caso de serviços, restaurantes, a gorjeta (propina) não vem adicionada na conta e é costume dar entre 10 a 15% de gorjeta se você foi bem atendido.
  • Os principais shoppings da cidade tem App. para smartphones que são uma “mão na roda” para achar promoções e se localizar dentro do shopping.

Principais centros comerciais:

  • Albrook Mall: shopping, o maior da Cidade;
  • Multiplaza Mall: shopping, o mais “chique”;
  • Multicentro Mall: shopping, o mais vazio;
  • El Dorado Mall: shopping, para celulares e eletrônicos;
  • Metromall: shopping, o mais próximo do Aeroporto (7km);
  • Los Pueblos: centro comercial aberto, onde se misturam outlets, lojas de departamento e produtos falsos;
  • Via España: comércio de rua tradicional;
  • Casco Antíguo: para artesanatos.